Um blog feito para ser lido quando você não tiver nada pra fazer, nenhuma foto nova nas atualizações do face, nenhuma pessoa interessante para conversar no chat, num dia de chuva... Leia! E viva o vazio e suas implicações/aplicações no dia-a-dia
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Big Tasty
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Imagina
Que linda imagem vejo numa imensidão
E quase ninguém para para vê-la
Sendo pintada a cada instante
É incrível quão grande é o universo
E quão magicamente pequenos somos nele
E mesmo sendo pequenos
A passos de formiga vamos tentando descobrí-lo
Um dia, veremos todos nossos conceitos modificados
De certo, de errado, de vida, de tudo
Não eu, nem você
Mas os nossos descendentes
Então que vivemos nessa ilusão
Nessa vida ainda extremamente burra
Pois essa deverá ser muito mais bonita que a de tempos futuros
Então olhemos para o céu e viajemos
Imagina
Imagina
Hoje à noite
A gente se peder
Imagina
Imagina
Hoje à noite
A lua se apagar
Quem já viu a lua cris
Quando a lua começa a murchar
Lua cris
É preciso gritar e correr, socorrer o luar
Meu amor
Abre a porta pra noite passar
E olha o sol
Da manhã
Olha a chuva
Olha a chuva, olha o sol, olha o dia a lançar
Serpentinas
Serpentinas pelo céu
Sete fitas
Coloridas
Sete vias
Sete vidas
Avenidas
Pra qualquer lugar
Imagina
Imagina
Sabe que o menino que passar debaixo do arco-íris vira moça, vira
A menina que cruzar de volta o arco-íris rapidinho vira volta a ser rapaz
A menina que passou no arco era o
Menino que passou no arco
E vai virar menina
Imagina
Imagina
Imagina
Imagina
Imagina
Hoje à noite
A gente se perder
Imagina
Imagina
Hoje à noite
A lua se apagar
Nuvem Negra
Não adianta me ver sorrir
Espelho meu
Meu riso é seu
Eu estou ilha ... da
Hoje não ligo a TV
Nem mesmo pra ver o Jô
Não vou sair
Se ligarem não estou
À manhã que vem
Nem bom-dia eu vou dar
Se chegar alguém
A me pedir um favor
Eu não sei
Tá difícil ser eu
Sem reclamar de tu ...do
Passa nuvem negra
Larga o dia
E vê se leva o mal
Que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Pra nos levantar
Me derrubou
nao sabe parar de crescer
e doer
domingo, 8 de novembro de 2009
La Ninã
Sabe aqueles dias que você faz coisas boas mas tá com dor, só que tá em boa companhia, porém está sendo expulso, só que daí você tem mais tempo, vê gente muito bêbeda e encontra inesperadamente uma branquinha que te "deixa louco"? Foi assim que eu imaginava que seria. Pena
domingo, 4 de outubro de 2009
Morre Mercedes
Volver a Los 17
Volver a los diecisiete después de vivir un siglo
Es como descifrar signos sin ser sabio competente,
Volver a ser de repente tan frágil como un segundo
Volver a sentir profundo como un niño frente a Dios
Eso es lo que siento yo en este instante fecundo.
Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si.
Mi paso retrocedido cuando el de ustedes avanza
El arco de las alianzas ha penetrado en mi nido
Con todo su colorido se ha paseado por mis venas
Y hasta la dura cadena con que nos ata el destino
Es como un diamante fino que alumbra mi alma serena.
Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si.
Lo que puede el sentimiento no lo ha podido el saber
Ni el más claro proceder, ni el más ancho pensamiento
Todo lo cambia al momento cual mago condescendiente
Nos aleja dulcemente de rencores y violencias
Solo el amor con su ciencia nos vuelve tan inocentes.
Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si.
El amor es torbellino de pureza original
Hasta el feroz animal susurra su dulce trino
Detiene a los peregrinos, libera a los prisioneros,
El amor con sus esmeros al viejo lo vuelve niño
Y al malo sólo el cariño lo vuelve puro y sincero.
Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si.
De par en par la ventana se abrió como por encanto
Entró el amor con su manto como una tibia mañana
Al son de su bella diana hizo brotar el jazmín
Volando cual serafín al cielo le puso aretes
Mis años en diecisiete los convirtió el querubín
sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Gosto muito de te ver leãozinho....
zii e zieando por ai
a música será excepcionamente de autoria de caetano
Odeio
Caetano Veloso
Composição: Caetano Velosoveio um golfinho do meio do mar roxo
veio sorrindo pra mim
hoje o sol veio vermelho como um rosto
vênus, diamante, jasmim
veio enfim o e-mail de alguém
veio a maior cornucópia de mulheres
todas mucosas pra mim
o mar se abriu pelo meio dos prazeres
dunas de ouro e marfim
foi assim, é assim, mas assim é demais também
odeio você, odeio você, odeio você
odeio
veio um garoto do arraial do cabo
belo como um serafim
forte e feliz feito um deus, feito um diabo
veio dizendo que sim
só eu, velho, sou feio e ninguém
veio e não veio quem eu desejaria
se dependesse de mim
são paulo em cheio nas luzes da bahia
tudo de bom e ruim
era o fim, é o fim, mas o fim é demais também
odeio você, odeio você, odeio você
odeio
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
História De Uma Gata
O meu mundo era o apartamento
Detefon, almofada e trato
Todo dia filé-mignon
Ou mesmo um bom filé... de gato
Me diziam a todo momento,
Fique em casa não tome vento
Más é duro ficar na sua
Quando à luz da lua
Tantos gatos pela rua
Toda noite vão cantando assim
Nós gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, Senhora ou Senhorio
Felino, não reconhecerás
Nós gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, Senhora ou Senhorio
Felino, não reconhecerás
De manhã eu voltei pra casa
Fui barrada na portaria
Sem filé e sem almofada
Por causa da cantoria
Mas agora o meu dia-a-dia
É no meio da gataria
Pela rua virando lata
Eu sou mais eu, mais gata
Numa louca serenata
Que de noite sai cantando assim
Nós gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, Senhora ou Senhorio
Felino, não reconhecerás
Nós gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, Senhora ou Senhorio
Felino, não reconhecerás
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
A Incerteza do saber. Do saber viver. Ou morrer?
Outros Sonhos
Chico Buarque
Composição: Chico BuarqueSonhei que o fogo gelou
Sonhei que a neve fervia
Sonhei que ela corava
Quando me via
Sonhei que ao meio-dia
Havia intenso luar
E o povo se embevecia
Se empetecava João
Se impiriquitava Maria
Doentes do coração
Dançavam na enfermaria
E a beleza não fenecia
Belo e sereno era o som
Que lá no morro se ouvia
Eu sei que o sonho era bom
Porque ela sorria
Até quando chovia
Guris inertes no chão
Falavam de astronomia
E me jurava o diabo
Que Deus existia
De mão em mão o ladrão
Relógios distribuía
E a polícia já não batia
De noite raiava o sol
Que todo mundo aplaudia
Maconha só se comprava
Na tabacaria
Drogas na drogaria
Um passarinho espanhol
Cantava esta melodia
E com sotaque esta letra
De sua autoria
Sonhei que o fogo gelou
Sonhei que a neve fervia
E por sonhar o impossível, ai
Sonhei que tu me querias
Soñé que la nieve ardia
Y por soñar lo impossible, ay, ay
Soñe que tu me querias.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
A letra música que eu disse que sempre postaria e quase não postei. Tá aí.
Carolina (Chico foi obrigado a compor essa música pela Globo)
Carolina, nos seus olhos fundos guarda tanta dor,
a dor de todo esse mundo
Eu já lhe expliquei, que não vai dar, s
eu pranto não vai nada ajudar
Eu já convidei para dançar,
é hora, já sei, de aproveitar
Lá fora, amor, uma rosa nasceu,
todo mundo sambou, uma estrela caiu
Eu bem que mostrei sorrindo,
pela janela, ah que lindo
Mas Carolina não viu...
Carolina, nos seus olhos tristes,
guarda tanto amor, o amor que já não existe,
Eu bem que avisei, vai acabar,
de tudo lhe dei para aceitar
Mil versos cantei pra lhe agradar,
agora não sei como explicar
Lá fora, amor, uma rosa morreu,
uma festa acabou, nosso barco partiu
Eu bem que mostrei a ela,
o tempo passou na janela e
só Carolina não viu.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Ocacaísmo - Autoria Lucas e Luís
sexta-feira, 22 de maio de 2009
óia a ôla aê!
O menino chegou a casa, não cumprimentou ninguém e correu para o seu quarto.
Chegando lá viu que se encontrava sozinho e resolveu abrir a bolsa, Estava lá! Como aquele cara havia avisado que tinha posto. Quatro pacotinhos enroladinhos que iam levá-los aos céus. Sempre quis experimentar, todos os seus amigos consumiam quase que diariamente, mas seus pais o proibiam, de forma tola! (ele achava)
Chegando a noite, o menino esperou seus pais se deitarem, e assim que entraram no quarto deles o menino correu para o seu, abriu a bolsa e tirou os pacotinhos. Dirigiu-se a varanda e acendeu um fósforo... A cada vez, seus olhos viravam com todas aquelas sensações que sentia, dizia:
- Como eu passei quatorze anos longe disso!
Mas a alegria do menino durou pouco, seu pai estava prostrado na porta da varanda horrorizado com a cena que estava vendo. Depois que o garoto percebeu, o pai tomou das mãos do menino sua “fonte de prazer” e correu para acordar sua mulher e mostrar-lhe aquilo. Quando a mãe soube da história e viu o que acontecia, chorou! Sabia que não poderia evitar que seu filho tivesse contato com essas coisas, sentia-se culpada por não ter mudado a restrição que impôs no pobre garoto. E disse arrependida ao filho:
- Me desculpe por eu nunca ter liberado isso pra você, é porque você tem sérios problemas de saúde e isso pode agravar bastante. Eu e seu pai resolvemos extinguir qualquer contato nosso com esse tipo de coisa. Mas você já é grande e vai saber consumir moderadamente! Agora por hoje está bom de chocolate! Outro dia você come mais.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Gente Humilde
Composição: Garoto, Chico Buarque e Vinicius de Moraes
Tem certos dias
Em que eu penso em minha gente
E sinto assim
Todo o meu peito se apertar
Porque parece
Que acontece de repente
Como um desejo de eu viver
Sem me notar
Igual a tudo
Quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem
Vindo de trem de algum lugar
E aí me dá
Como uma inveja dessa gente
Que vai em frente
Sem nem ter com quem contar
São casas simples
Com cadeiras na calçada
E na fachada
Escrito em cima que é um lar
Pela varanda
Flores tristes e baldias
Como a alegria
Que não tem onde encostar
E aí me dá uma tristeza
No meu peito
Feito um despeito
De eu não ter como lutar
E eu que não creio
Peço a Deus por minha gente
É gente humilde
Que vontade de chorar
Começo
Sei que ainda vou voltar
Para o meu lugar
Foi lá e é ainda lá
Que eu hei de ouvir cantar
Uma sabiá
Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
Vou deitar à sombra
De um palmeira
Que já não há
Colher a flor
Que já não dá
E algum amor Talvez possa espantar
As noites que eu não queira
E anunciar o dia
Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
Não vai ser em vão
Que fiz tantos planos
De me enganar
Como fiz enganos
De me encontrar
Como fiz estradas
De me perder
Fiz de tudo e nada
De te esquecer
Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
E é pra ficar
Sei que o amor existe
Não sou mais triste
E a nova vida já vai chegar
E a solidão vai se acabar
E a solidão vai se acabar