Um blog feito para ser lido quando você não tiver nada pra fazer, nenhuma foto nova nas atualizações do face, nenhuma pessoa interessante para conversar no chat, num dia de chuva... Leia! E viva o vazio e suas implicações/aplicações no dia-a-dia
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Acordei inspirado, depois da boa notícia que não era um burro na minha específica. Tentei mentalizar um conto, mentalizei, achei-o bom, mas agora com o álcool no meu sangue, não consigo me lembrar dele. É, o álcool é traiçoeiro, parece que é nosso amigo, mas nos rouba a vitalidade, deprime o SNC e ainda nos faz tomar atitudes totalmente contra os princípios -bloqueados pelo álcool.
Minha Maria
Querida mulher,
não amo o jeito como andas, como te vestes, do que gostas, como me queres. Não amo o que falas, o que fazes, ou o que te mexes. Não me importa te ver triste, te ver feliz, mas te ver. Sim, o que importa é como me sinto pois eu sei que me amas e que tu importas com tudo o que faço e o que sou. Me pergunto, agora, como passaste todo esse tempo sustentando uma relação trêmula, unilateral. Não te entendo provavelmente por não entender o amor. O ato de amar é uma coisa tão divina que a mim, ateu, não fui capaz de só com o raciocínio, o logicismo, e o ceticismo absorver e provar que o homem é capaz de o fazer sem a necessidade de "algo a mais", se é que me entendes, me entendes. Sempre compartilhamos os mesmos sonhos, as mesmas esperança, as mesmas aflições, mas há uma diferença imensa nos nossos corações, apesar de tetracavitários, de circulação fechada e completa. O teu é de todos, desde o rico bossal de Copacabana ou moribundo faminto africano. Me amas como amas as borboletas de teu jardim, amas o teto, o chão, o mundo. Já eu, guardo meu amor, não sei o por quê, nem para quem ou para quando. Insensível? Talvez. Minha vida não amarga ou exala um cheiro fétido direto às minhas narinas, não posso reclamar de tudo o que passei ou dizer que a culpa de tudo isso é sua, mas a minha vida passa em preto e branco, não tem cheiro, nem sentimentos, mas pode fazer encantar, os encantados não precisam de amor. E o sexo? o amor deve ser o seu tempero, algo que conquista, saboreando a cada momento. Por fim, te escrevo pois estás morta e eu já não tenho ninguém, teu jardim murchara. Me angustio a cada palavra que escrevo, tremo nesse instante.... percebo que esta carta me esclareceu. Fui um estúpido, um analfabeto. É só ler o dicionário que agora está na minha mão e perceber que EU TE AMAVA, e não sabia. Se acaso eu pudesse começar de novo, mas estás morta e não voltarás. Em tua homenagem e eterna desculpa e gratidão hei de criar um sentimento que possa aliar o amor que sinto à saudade que me corrói, vou chamá-lo de TESÃO.
não amo o jeito como andas, como te vestes, do que gostas, como me queres. Não amo o que falas, o que fazes, ou o que te mexes. Não me importa te ver triste, te ver feliz, mas te ver. Sim, o que importa é como me sinto pois eu sei que me amas e que tu importas com tudo o que faço e o que sou. Me pergunto, agora, como passaste todo esse tempo sustentando uma relação trêmula, unilateral. Não te entendo provavelmente por não entender o amor. O ato de amar é uma coisa tão divina que a mim, ateu, não fui capaz de só com o raciocínio, o logicismo, e o ceticismo absorver e provar que o homem é capaz de o fazer sem a necessidade de "algo a mais", se é que me entendes, me entendes. Sempre compartilhamos os mesmos sonhos, as mesmas esperança, as mesmas aflições, mas há uma diferença imensa nos nossos corações, apesar de tetracavitários, de circulação fechada e completa. O teu é de todos, desde o rico bossal de Copacabana ou moribundo faminto africano. Me amas como amas as borboletas de teu jardim, amas o teto, o chão, o mundo. Já eu, guardo meu amor, não sei o por quê, nem para quem ou para quando. Insensível? Talvez. Minha vida não amarga ou exala um cheiro fétido direto às minhas narinas, não posso reclamar de tudo o que passei ou dizer que a culpa de tudo isso é sua, mas a minha vida passa em preto e branco, não tem cheiro, nem sentimentos, mas pode fazer encantar, os encantados não precisam de amor. E o sexo? o amor deve ser o seu tempero, algo que conquista, saboreando a cada momento. Por fim, te escrevo pois estás morta e eu já não tenho ninguém, teu jardim murchara. Me angustio a cada palavra que escrevo, tremo nesse instante.... percebo que esta carta me esclareceu. Fui um estúpido, um analfabeto. É só ler o dicionário que agora está na minha mão e perceber que EU TE AMAVA, e não sabia. Se acaso eu pudesse começar de novo, mas estás morta e não voltarás. Em tua homenagem e eterna desculpa e gratidão hei de criar um sentimento que possa aliar o amor que sinto à saudade que me corrói, vou chamá-lo de TESÃO.
domingo, 2 de maio de 2010
Pronto, começo aqui minha aventura.
Eram 6:33 quando noto, o helicóptero da polícia estava passando demais no meu bairro. Foi nesse momento que eu vi a polícia ligando o holofote e mirando bem no rio. Foi um rapaz, o qual era da Jovem(torcida organizada do Sport), que voltava sozinho para casa, e quando cruzava a ponte Maurício de Nassau deparou-se com um caminhão com a torcida organizada do Naútico, que desceu para bater nele. Sorte do homem que pulou no rio antes de lhe enfiassem a faca, se safou... por pouco tempo.
Um dos meliantes timbus ligou para a polícia e disse que seu irmão fora assassinado e que seu assassino tentava escapar pelo rio Beberibe(?). Coitado de Zezé(na verdade não é Zezé,mas fica assim mesmo, pelo menos por enquanto), depois de dois minutos o helicóptero já circulava o rio à procuro do pseudo-assassino.
Zezé, ao perceber que se encontrava em uma enrascada, resolveu correr pelas ruas até achar um lugar seguro para se esconder. Percorreu toda a rua Benfica, dobrou na Demócrito Souza e parou na minha rua. E onde eu entro? Agora.
Estava saindo da padaria quando me deparei com Zezé, nesse momento, ele me pediu para esconder-se na minha casa. De imediato, mesmo achando estranho ele estar molhado e pálido, deixei Zezé entrar na minha casa. Está nela agora, e me contou tudo que escrevi.
Dest(uuuuooow):O imaginação é ótima quando não se tem como explicar uma coisa de imediato.
quem souber o motivo da polícia ter iluminado o rio me diz.
Eram 6:33 quando noto, o helicóptero da polícia estava passando demais no meu bairro. Foi nesse momento que eu vi a polícia ligando o holofote e mirando bem no rio. Foi um rapaz, o qual era da Jovem(torcida organizada do Sport), que voltava sozinho para casa, e quando cruzava a ponte Maurício de Nassau deparou-se com um caminhão com a torcida organizada do Naútico, que desceu para bater nele. Sorte do homem que pulou no rio antes de lhe enfiassem a faca, se safou... por pouco tempo.
Um dos meliantes timbus ligou para a polícia e disse que seu irmão fora assassinado e que seu assassino tentava escapar pelo rio Beberibe(?). Coitado de Zezé(na verdade não é Zezé,mas fica assim mesmo, pelo menos por enquanto), depois de dois minutos o helicóptero já circulava o rio à procuro do pseudo-assassino.
Zezé, ao perceber que se encontrava em uma enrascada, resolveu correr pelas ruas até achar um lugar seguro para se esconder. Percorreu toda a rua Benfica, dobrou na Demócrito Souza e parou na minha rua. E onde eu entro? Agora.
Estava saindo da padaria quando me deparei com Zezé, nesse momento, ele me pediu para esconder-se na minha casa. De imediato, mesmo achando estranho ele estar molhado e pálido, deixei Zezé entrar na minha casa. Está nela agora, e me contou tudo que escrevi.
Dest(uuuuooow):O imaginação é ótima quando não se tem como explicar uma coisa de imediato.
quem souber o motivo da polícia ter iluminado o rio me diz.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Uma conversa!
Olhe, vim aqui dizer que tou pouco gostando do meu serviço. Eu sei que o senhor me dá tudo que eu tenho, mas pera aí! eu dou a minha vida em troca, eu sei, bem lentamente o senhor a tira de mim, e vai chegar a um ponto que eu vou lhe odiar. Tá certo que o senhor é o mais sábio que já vi, que é tão precioso, mas ,às vezes, nem o notam, e totalmente relativo (pois como já me disseram de absoluto só o relativismo) mas, poxa, minha vida que se esvai. Não me venha com esse papo de que eu sou muito novo pra se importar com isso, que eu devo aproveitar o senhor, não. Eu sei que o senho não volta atrás, queria muito que voltasse às vezes, mas o senhor é muito cabeça-dura. Cruel? sim! muitas vezes! Maravilhoso? também, a perfeição. Eu só vim aqui pra desabafar mesmo, que sei que o senhor quer que eu trabalhe muitos anos ainda para o senhor. E mesmo ainda não sendo TÃO intimo assim, eu queria lhe pedir pra pegar leve às vezes, e será que eu posso lhe chamar pelo nome? Posso? É pra adquirir uma intimidade. Brigado. Tchau, Tempo.
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