O menino chegou a casa, não cumprimentou ninguém e correu para o seu quarto.
Chegando lá viu que se encontrava sozinho e resolveu abrir a bolsa, Estava lá! Como aquele cara havia avisado que tinha posto. Quatro pacotinhos enroladinhos que iam levá-los aos céus. Sempre quis experimentar, todos os seus amigos consumiam quase que diariamente, mas seus pais o proibiam, de forma tola! (ele achava)
Chegando a noite, o menino esperou seus pais se deitarem, e assim que entraram no quarto deles o menino correu para o seu, abriu a bolsa e tirou os pacotinhos. Dirigiu-se a varanda e acendeu um fósforo... A cada vez, seus olhos viravam com todas aquelas sensações que sentia, dizia:
- Como eu passei quatorze anos longe disso!
Mas a alegria do menino durou pouco, seu pai estava prostrado na porta da varanda horrorizado com a cena que estava vendo. Depois que o garoto percebeu, o pai tomou das mãos do menino sua “fonte de prazer” e correu para acordar sua mulher e mostrar-lhe aquilo. Quando a mãe soube da história e viu o que acontecia, chorou! Sabia que não poderia evitar que seu filho tivesse contato com essas coisas, sentia-se culpada por não ter mudado a restrição que impôs no pobre garoto. E disse arrependida ao filho:
- Me desculpe por eu nunca ter liberado isso pra você, é porque você tem sérios problemas de saúde e isso pode agravar bastante. Eu e seu pai resolvemos extinguir qualquer contato nosso com esse tipo de coisa. Mas você já é grande e vai saber consumir moderadamente! Agora por hoje está bom de chocolate! Outro dia você come mais.