domingo, 21 de fevereiro de 2010

Uma conversa!

Olhe, vim aqui dizer que tou pouco gostando do meu serviço. Eu sei que o senhor me dá tudo que eu tenho, mas pera aí! eu dou a minha vida em troca, eu sei, bem lentamente o senhor a tira de mim, e vai chegar a um ponto que eu vou lhe odiar. Tá certo que o senhor é o mais sábio que já vi, que é tão precioso, mas ,às vezes, nem o notam, e totalmente relativo (pois como já me disseram de absoluto só o relativismo) mas, poxa, minha vida que se esvai. Não me venha com esse papo de que eu sou muito novo pra se importar com isso, que eu devo aproveitar o senhor, não. Eu sei que o senho não volta atrás, queria muito que voltasse às vezes, mas o senhor é muito cabeça-dura. Cruel? sim! muitas vezes! Maravilhoso? também, a perfeição. Eu só vim aqui pra desabafar mesmo, que sei que o senhor quer que eu trabalhe muitos anos ainda para o senhor. E mesmo ainda não sendo TÃO intimo assim, eu queria lhe pedir pra pegar leve às vezes, e será que eu posso lhe chamar pelo nome? Posso? É pra adquirir uma intimidade. Brigado. Tchau, Tempo.

Um comentário:

  1. A sua religião é o prazer e o seu senhor é o tempo? Você tá bebo doido! diuhdasiudhaius

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